segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Juntatamim
Curriculum Vitae
RUA GONÇALVES LOBATO Nº 2 10º E • QUINTA DO BOREL • 2720-264 AMADORA
TELEFONE 938 468 095 • E-MAIL ruihmcosta@gmail.com
RUI COSTA
Dados pessoais
n Estado civil: Divorciado
n Nacionalidade: Portuguesa
n Data de Nascimento: 14 de Janeiro de 1958
n Naturalidade: Lisboa
Sumário de qualificações
[ 1982 - 1985 ] Ramalho Rosa Lda. Seixal
Assistente operacional (Laboratório de Geotecnia e Mecânica de Solos)
Operacional de laboratório na Obra de Ampliação da Siderurgia Nacional na Fábrica dessa Empresa em Paio Pires.
[ 1986 - 1990 ] Ramalho Rosa Lda. Maia
Responsável de Obra
Responsável pela operação de recuperação de sucata, aproveitamento e posterior tratamento de resíduos não metálicos, provenientes da descarga do Forno Eléctrico da Fábrica, na sequência do processo de fabrico do Aço.
Este processo, levado a cabo pela empresa Ramalho Rosa Lda., foi pioneiro em Portugal e consistia na recolha contínua, (24 horas por dia), do material não aproveitado em cada vazamento de aço, efectuada por pás carregadoras de rastos “steel mill” carregamento de “Dumpers” especialmente revestidos por tijolo refractário para suportarem as temperaturas de cerca de 300ª C do material, descarga em vazadouro próprio.
Posteriormente esse material era processado e separado, sendo o magnético reaproveitado, como sucata, no processo de fabrico e o não magnético, depois de tratado e classificado por granulometrias, comercializado, como alternativa aos “tout-venants” para base de estradas.
[ 1991 - 1995 ] C. T. S. A. Ramalho Rosa Lda. Seixal
Director de Produção
Em 1988 a A. Ramalho Rosa Lda. foi parcialmente vendida à Empresa Inglesa Slag Reduction Company PLC, que era, à altura, a 2ª com maior volume de negócios a nível mundial, no mercado do aproveitamento, tratamento, reciclagem e promoção dos sub-produtos siderúrgicos, para fins Industriais diversos e com actividades em várias Siderurgias espalhadas pelo mundo, mas com especial incidência na Grã-Bretanha.
Fui, entretanto, promovido a Director de Produção, e tive oportunidade durante estes 5 anos de visitar várias vezes Siderurgias em Inglaterra, no País de Gales, assistir a várias conferências subordinadas a temáticas da especialidade e, ainda de participar, em Portugal, nas diligências levadas a cabo, junto do LNEC, da JAE e da Brisa, no sentido de aprovar oficialmente, no nosso País os produtos, que, entretanto, fomos sendo, tecnicamente, capazes de produzir.
Tal aventura terminou, em 1996, quando a Siderurgia Nacional foi privatizada, pois os compradores optaram por uma intervenção directa no tratamento dos sub-produtos, ficando, dessa forma, a Empresa, que tinha uma actividade muito específica, sem viabilidade, sendo encerrada por decisão da gerência, de uma forma bastante elegante e sem qualquer conflito com os trabalhadores.
[ 1996 - 1999 ] Almaque Serviços Técnicos Lda.. Lisboa
Sócio Gerente
Empresa constituída com 2 sócios, ex-colegas da Empresa A. Ramalho Lda, na, aproveitando máquinas que tínhamos negociado aquando da extinção da firma onde trabalháramos. No entanto, devido à especificidade das referidas máquinas era complicado rentabilizá-las no mercado convencional, tendo eu optado pela venda da minha quota, ao fim de 3 anos.
[ 2000 - 2002 ] Agrifal Construções Lda.. Amadora
Responsável Secção de Compras
Responsável pela Secção de Compras desta Empresa de construção.
[ 2002 ] Agrifal Construções Lda.. Angola
Técnico Responsável
Técnico da Empresa em Angola na orçamentação e concurso para as obras de recuperação da pista do Aeroporto de Uige, da pista do Aeródromo de Negage e da recuperação da infra-estruturas da Vila de Caala – Huambo.
Levantamentos feitos “in-loco” em colaboração com a Empresa Angolana Kissari Construções Lda., orçamentação das obras, tipificação e quantificação de investimento.
Devido a incompatibilidades surgidas entre as gerências das 2 Empresas, depois de 2 viagens que efectuei a Angola, e após a adjudicação dos trabalhos, a Agrifal resolveu não avançar com a execução das Obras, tendo a Empresa Angolana procurado, e, tanto quanto sei, encontrado outro parceiro português.
[ 2003 - 2005 ] Turifadus Invest. Imob. e Turísticos Lda.. Elvas
Responsável de Obra
Fui, entretanto, convidado, pela gerência da Turifadus, que era a mesma da Agrifal, para colaborar na Obra de Infra-Estruturas da Urbanização “Quinta do Morgadinho” em Elvas, que entretanto começara.
Durante este período, e após vicissitudes várias relacionadas com os escassos capitais próprios da Empresa e a recessão do mercado imobiliário a obra foi interrompida e a Empresa intervencionada pelo Banco Nacional de Crédito Imobilário.
[ 2006 – 2007 ] FFC Consultores. Évora
Fiscal de Obra
Fui Fiscal Residente da Obra de Construção de raíz da Nova Adega da Cartuxa, propriedade da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora.
n
Formação académica
Frequência do 3º Ano de Engenharia Civil
n Instituto Superior Técnico
Línguas
Inglês
Francês
RUA GONÇALVES LOBATO Nº 2 10º E • QUINTA DO BOREL • 2720-264 AMADORA
TELEFONE 938 468 095 • E-MAIL ruihmcosta@gmail.com
RUI COSTA
Dados pessoais
n Estado civil: Divorciado
n Nacionalidade: Portuguesa
n Data de Nascimento: 14 de Janeiro de 1958
n Naturalidade: Lisboa
Sumário de qualificações
[ 1982 - 1985 ] Ramalho Rosa Lda. Seixal
Assistente operacional (Laboratório de Geotecnia e Mecânica de Solos)
Operacional de laboratório na Obra de Ampliação da Siderurgia Nacional na Fábrica dessa Empresa em Paio Pires.
[ 1986 - 1990 ] Ramalho Rosa Lda. Maia
Responsável de Obra
Responsável pela operação de recuperação de sucata, aproveitamento e posterior tratamento de resíduos não metálicos, provenientes da descarga do Forno Eléctrico da Fábrica, na sequência do processo de fabrico do Aço.
Este processo, levado a cabo pela empresa Ramalho Rosa Lda., foi pioneiro em Portugal e consistia na recolha contínua, (24 horas por dia), do material não aproveitado em cada vazamento de aço, efectuada por pás carregadoras de rastos “steel mill” carregamento de “Dumpers” especialmente revestidos por tijolo refractário para suportarem as temperaturas de cerca de 300ª C do material, descarga em vazadouro próprio.
Posteriormente esse material era processado e separado, sendo o magnético reaproveitado, como sucata, no processo de fabrico e o não magnético, depois de tratado e classificado por granulometrias, comercializado, como alternativa aos “tout-venants” para base de estradas.
[ 1991 - 1995 ] C. T. S. A. Ramalho Rosa Lda. Seixal
Director de Produção
Em 1988 a A. Ramalho Rosa Lda. foi parcialmente vendida à Empresa Inglesa Slag Reduction Company PLC, que era, à altura, a 2ª com maior volume de negócios a nível mundial, no mercado do aproveitamento, tratamento, reciclagem e promoção dos sub-produtos siderúrgicos, para fins Industriais diversos e com actividades em várias Siderurgias espalhadas pelo mundo, mas com especial incidência na Grã-Bretanha.
Fui, entretanto, promovido a Director de Produção, e tive oportunidade durante estes 5 anos de visitar várias vezes Siderurgias em Inglaterra, no País de Gales, assistir a várias conferências subordinadas a temáticas da especialidade e, ainda de participar, em Portugal, nas diligências levadas a cabo, junto do LNEC, da JAE e da Brisa, no sentido de aprovar oficialmente, no nosso País os produtos, que, entretanto, fomos sendo, tecnicamente, capazes de produzir.
Tal aventura terminou, em 1996, quando a Siderurgia Nacional foi privatizada, pois os compradores optaram por uma intervenção directa no tratamento dos sub-produtos, ficando, dessa forma, a Empresa, que tinha uma actividade muito específica, sem viabilidade, sendo encerrada por decisão da gerência, de uma forma bastante elegante e sem qualquer conflito com os trabalhadores.
[ 1996 - 1999 ] Almaque Serviços Técnicos Lda.. Lisboa
Sócio Gerente
Empresa constituída com 2 sócios, ex-colegas da Empresa A. Ramalho Lda, na, aproveitando máquinas que tínhamos negociado aquando da extinção da firma onde trabalháramos. No entanto, devido à especificidade das referidas máquinas era complicado rentabilizá-las no mercado convencional, tendo eu optado pela venda da minha quota, ao fim de 3 anos.
[ 2000 - 2002 ] Agrifal Construções Lda.. Amadora
Responsável Secção de Compras
Responsável pela Secção de Compras desta Empresa de construção.
[ 2002 ] Agrifal Construções Lda.. Angola
Técnico Responsável
Técnico da Empresa em Angola na orçamentação e concurso para as obras de recuperação da pista do Aeroporto de Uige, da pista do Aeródromo de Negage e da recuperação da infra-estruturas da Vila de Caala – Huambo.
Levantamentos feitos “in-loco” em colaboração com a Empresa Angolana Kissari Construções Lda., orçamentação das obras, tipificação e quantificação de investimento.
Devido a incompatibilidades surgidas entre as gerências das 2 Empresas, depois de 2 viagens que efectuei a Angola, e após a adjudicação dos trabalhos, a Agrifal resolveu não avançar com a execução das Obras, tendo a Empresa Angolana procurado, e, tanto quanto sei, encontrado outro parceiro português.
[ 2003 - 2005 ] Turifadus Invest. Imob. e Turísticos Lda.. Elvas
Responsável de Obra
Fui, entretanto, convidado, pela gerência da Turifadus, que era a mesma da Agrifal, para colaborar na Obra de Infra-Estruturas da Urbanização “Quinta do Morgadinho” em Elvas, que entretanto começara.
Durante este período, e após vicissitudes várias relacionadas com os escassos capitais próprios da Empresa e a recessão do mercado imobiliário a obra foi interrompida e a Empresa intervencionada pelo Banco Nacional de Crédito Imobilário.
[ 2006 – 2007 ] FFC Consultores. Évora
Fiscal de Obra
Fui Fiscal Residente da Obra de Construção de raíz da Nova Adega da Cartuxa, propriedade da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora.
n
Formação académica
Frequência do 3º Ano de Engenharia Civil
n Instituto Superior Técnico
Línguas
Inglês
Francês
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